quinta-feira, 28 de abril de 2011

Paranoia do mundo real


O que fasso se eu continuar assim?
Na verdade eu tenho medo
Medo de mim mesma
Acho que estou enlouquecendo
Não sei mais o que é viver
Só continuo sobrevivendo...
Não sei mais o que é real
Vivo num mundo de mentiras e verdades.

Estou preza na minha loucura pessoal
Que se resume em uma triste solidão
Vagando em becos escuros
Becos que são tão frios quanto o interior do meu coração
E tão sombrios quanto o fundo da minha alma.

Becos em que eu caminho em busca de luz
Mas meus olhos só conseguem ver um horizote escuro e assustador
Onde nele eu não sei fazer mas nada alem de chorar
Ver minhas lagrimas negras escorrerem sobre minha triste face
Meu violino me consola com músicas que me fazem sentir quem realmente sou
Quem eu sou? 
Um simples alguém... 

Sinto uma imensa dor no meu peito
Por que?
Porque eu me odeio
E odeio a todos aqueles que me perseguem.

Eu corro fugindo dos meus medos que insistem em me persiguir
Corro para o horizonte dos becos escuros e não tenho pra onde ir.

Perdida e sozinha
Com fome de carinho e compreenção
A espera de uma luz
Que na verdade é um ser brilhante e alado
Ser esse que vive nos meus sonhos
Mas eu sei que ele é real
E vira me buscar em breve
Se não
Para isso só tenho duas opções
Continuar com minha vidinha infeliz
Ou morrer eternamente.

By: Ariane Elaine

2 comentários:

  1. UAU sem palavras simplismente liindo poema

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  2. Nossaaaaaaaaa quanto elogio...brigada é sempre bom ter uma leitora como vc:):}

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